Desde a Reforma da Previdência (EC 103/2019), não existe mais “a” aposentadoria: existem várias regras de transição convivendo, e a diferença entre uma e outra pode significar anos a mais de trabalho ou centenas de reais a menos por mês — para sempre. Pedir o benefício sem estudo é assinar no escuro.
O que é o planejamento previdenciário
É um estudo técnico, individual, que responde três perguntas: quando você pode se aposentar, por qual regra e com qual valor em cada cenário. O trabalho envolve:
- Análise do CNIS (extrato de contribuições) à procura de períodos faltantes, vínculos sem salário e pendências;
- Resgate de tempos esquecidos: trabalho rural na juventude, tempo especial não reconhecido, serviço militar, períodos no exterior;
- Simulação em todas as regras de transição aplicáveis (pontos, idade progressiva, pedágios de 50% e 100%, idade);
- Cálculo do valor em cada cenário e do impacto de contribuições futuras;
- Recomendação objetiva: o que fazer, quando pedir e o que evitar.
Erros que o planejamento evita
- Pedir cedo demais e travar um valor menor para o resto da vida;
- Continuar contribuindo sem necessidade, jogando dinheiro fora;
- Contribuir no código errado (autônomos e MEI, atenção redobrada);
- Ignorar tempo rural ou especial que aceleraria a aposentadoria;
- Aceitar o cálculo do INSS sem conferir — erros de valor são comuns e geram direito a revisão.
Para quem é indicado
Para quem está a poucos anos de se aposentar e quer decidir com segurança; para autônomos e MEIs que pagam guia todo mês sem saber se estão no caminho certo; para quem teve vida mista (roça + cidade, CLT + autônomo); e para quem já se aposentou e desconfia do valor — nesse caso o estudo verifica se cabe revisão.
Quer saber quando e como se aposentar da melhor forma?
Envie seu CNIS (te ensinamos a baixar pelo Meu INSS) e conte sua história de trabalho pelo WhatsApp.
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